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Deus nos perdoou e continua perdoando os nossos pecados

“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18. 21,22).

Perdoar não significa esquecer. Esquecimento é um problema de memória. A pessoa esquecida tem alguma deficiência mental; perca parcial ou total da memória; talvez sofra de amnésia! Perdoar as pessoas que pecam contra nós, não significa esquecer, mas sim, não guardar mágoa, ressentimento, e desconsiderar a agressão, liberar perdão!

Também, perdoar, não significa que temos que conviver com pessoas que pecam sistematicamente contra nós; isso seria aturar pecado. Devemos perdoar sempre, mas não precisamos e nem devemos compartilhar com pecados voluntariamente: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (2ª Coríntios 6.14).

Artigo: Quantas vezes devemos perdoar?

Deus nos perdoou e continua perdoando os nossos pecados sempre que nos arrependermos e pedirmos o seu perdão! Dívida perdoada é dívida paga! E, portanto, não se cobra mais e nem se toca mais no assunto! Por isso mesmo, quando uma adúltera foi levada até Jesus para julgá-la, Jesus absolveu ela na hora! Pois Ele veio para salvar os pecadores arrependidos e não para condená-los (João 8.1-11). Entretanto, Jesus não apoia o pecado nem compactua com iniquidades. A ordem sempre é: seus pecados estão perdoados, vá e não peques mais (João 8.11).

Se Deus nos perdoa sempre, quem somos nós para perdoar somente uma ou até sete vezes? Também devemos perdoar sempre! E se não perdoarmos a quem nos ofendem, Deus também não perdoa as nossas ofensas: “Porque, se perdoardes os homens as suas ofensas, também vosso Pai Celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mt 6.14,15).

Se continuarmos no pecado depois de termos nos convertido à Cristo, estaríamos sacrificando novamente Jesus (Hb 6.4-6). O pecado deve morrer para nós e nós para ele: “Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo, que há de devorar os adversários” (Hebreus 10.26,27).

Jesus veio primeira vez para se sacrificar e perdoar os pecados da humanidade. E, virá uma segunda vez, não para perdoar, mas para julgar o mundo e inaugurar a vida eterna: “Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação” (Hb 9.28).

Por: Eloir Vieira

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